sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Sempre...

Longos dias e longas noites passaram…
Desde que teus olhos cruzaram os meus pela última vez,
Olhos estes que sempre te adoraram,
Adoravas-me também? Sim? Não? Talvez?

Mesmo que não me tenhas adorado,
Foram bons os momentos que passamos,
Nunca me esquecerei das gargalhadas que demos,
Do que fizemos e mesmo lágrimas que tenhamos chorado.

Se calhar já não te lembras do meu cheiro,
Apesar de eu nunca ter esquecido o teu,
Talvez o teu sentimento já não seja por inteiro,

Mas o meu coração nunca te esqueceu…

sábado, 21 de novembro de 2009

É como um nascer do sol a cada sorriso,
lindo, puro, e é dele que preciso.
Cada pedacinho de pele é puro veludo,
e por um simples toque há quem faça tudo!

Um doce perfume é emanado do seu ser,
leve e delicado como o seu olhar,
onde é inevitável um mero mortal se perder,
e nunca mais ninguém amar...

Um ser assim deveria ser do mundo afastado,
para não mais atrair e enfeitiçar,
com o seu inocente mas traiçoeiro pecado,
pecado esse que não passa de um simples tocar!

Este poema é dedicado á Sara... gosto bué de ti, parva!!!