quinta-feira, 30 de julho de 2009

Mulher portuguesa

Pele morena, cabelo negro,
Negro, como os olhos de sua face
E aquela boca, em que cada beijo é um verdadeiro enlace,
És esta musa e é aqui que te integro.

Inocente como uma menina,
Fogosa como uma prostituta,
Mas debaixo daquela figura pequenina
Está uma raposa astuta.

Braços fortes e firme peito,
Com seus longos caracóis ao vento,
Onde sua voz impõe respeito.

Eis a mulher portuguesa, e no seu abraço me conforto
É terno e maternal,
E com ele volta tudo ao normal.

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